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quarta-feira, 27 de maio de 2009

O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DO PIERCING E DA TATUAGEM



O Dicionário de Simbolos de J.E. Cirlot diz que “o simbolismo ge­nérico engloba tatuagem e ornamentação como atividade cósmica,

incluindo sentido sacrificial, místico e magico’ veja alguns pontos:

1. A tatuagem pode ser um sinal de propriedade e pacto místico

No oriente (China, Japão), a tatuagem estava vinculada às divinda­des configuradas no símbolo. Os líbios tatuavam-se para a deusa Neit, os egípcios para Atargatis e na Síria para deuses diversos.”~

“Na antiguidade, a tatuagem associava-se ao culto dos deuses-demoní­acos e era praticada durante ritos dedicados por feiticeiros. O sangue que brotava das feridas, o qual, segundo criam, levava consigo os espí­ritos malignos.” ~‘Dá idéia de consagração.” O pacto era feito para se incorporar a entidade do desenho: escorpião, demônios I Co 10.20-21).

2. A tatuagem pode identificar o grupo e ser usada como talismã

Na Polinésia identificava o clã e a hierarquia. Na Europa do séc. XVII ela passou a ser propagada pelos marujos como talismã, distinguindo-os dos demais. ‘3’A mafia japonesa, yakuza, surfistas, metaleiros, presidiários, fazem o mesmo. Os nazistas tatuavam judeus para ofenderem sua fé (1 Co 3.16-17; 6.19-20; 1 Ts 5.5).’

3. A tatuagem pode expressar anarquismo e rebeldia

A palavra (attoo, propagada por James Cook, refere-se ao som dos ossos finos usados na aplicação da tatuagem. A máquina elétrica foi patenteada por Samuel O’Relly em 1891, cm Nova York, e che­gou ao Brasil em 1959. A onda atual que inclui o piercing vem dos hippies e punks e da influência do rock pesado. Essa herança comunica rebeldia a Deus, à família e às autoridades. Defende a liberdade sexual e a Nova Era (Ef 5.6-13; 1 Ts 5.22; Cl 3.17; 2.6).

CENTRO APOLOGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS - CACP

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