sábado, 28 de abril de 2012

RESGATE DA HISTÓRIA CONTADA SEM PAIXÕES, POR UM ESTUDANTE DE BRASÍLIA

RESGATE DA HISTÓRIA CONTADA SEM PAIXÕES, POR UM ESTUDANTE DE BRASÍLIA

Palestra do Universitário Felipe Melo. Uma senhora aula. Vale a pena ler.
Caros amigos e amigas,
Muito interessante a palestra deste estudante universitário de Brasília
Faço minhas as palavras do Luiz Mauro que disse:
Parece que novos ventos começam a sobrar em nosso País.
Abraço
1964 e o governo militar Felipe de Oliveira Azevedo Melo
1º de abril de 2012
Caros leitores,

Ontem, participei do evento “1964 e o governo militar”, promovido pelo grupo Imperii. Fui convidado para falar sobre o que sempre nos ensinaram a respeito do movimento cívico-militar de 1964 e dos governos militares subsequentes. Preparei um discurso para ser lido nessa conferência, mas acabei falando de improviso. Em todo caso, publico o texto aqui, na íntegra, acrescido de algumas imagens elucidativas.

Senhoras e senhores, boa noite.

Antes de começar propriamente a minha fala, gostaria de dizer que muito me honrou o convite para falar diante dos senhores nesta noite. Sendo eu ainda jovem e estudante universitário de uma instituição federal de ensino superior, a Universidade de Brasília, tenho de como é inusitada a minha presença neste pequeno evento. Não apenas inusitada, mas importante: ainda que simbólica, minha presença aqui ilustra que, apesar de todos os esforços envidados nas últimas décadas, ainda há aqueles que não se deixaram envenenar pelas mentiras perniciosas ensinadas diuturnamente como verdades incontestáveis.

“A história é escrita pelos vencedores.” Essa frase é reputada como sido urdida por George Orwell, que, além de ter sido um dos maiores escritores do século XX, foi um homem que, com agudeza e talento, descortinou o pesadelo distópico materializado pela União Soviética. O que vemos hoje, senhoras e senhores, é justamente o oposto: aqueles que outrora foram derrotados hoje se valem de sua autoridade oficial para, covardemente, mutilar a história nacional e aviltar a honra daqueles que – parafraseando Churchill –ofereceram labuta, sangue, suor e lágrimas para impedir que o pesadelo orwelliano se concretizasse no Brasil.

O que corre nos meios acadêmicos de hoje a respeito desse período de nossa história é, como sói acontecer nos tempos escarninhos em que vivemos, a versão dos derrotados. São eles, efetivamente, os responsáveis pela construção desse período tão crucial e conturbado da história da nação brasileira. Emílio Garrastazu Médici, um dos maiores presidentes que o País jamais teve, é um nome capaz de provocar arroubos de ódio irracional e primitivo tal qual a figura de Emmanuel Goldstein incitava os chamados “dois minutos de ódio” na obra 1984, de Orwell. Leônidas Pires Gonçalves, Carlos Alberto Brilhante Ustra, Newton Araújo de Oliveira e Cruz, Golbery do Couto e Silva, Sebastião Rodrigues de Moura, todos esses nomes são, hoje, sinônimos de opróbrio, de tortura, de mentira e de morte. Em contrapartida, Carlos Marighella, Carlos Lamarca, Miguel Arraes, Leonel Brizola, Apolônio de Carvalho, Luís Carlos Prestes, Astrojildo Pereira, todos esses homens são saudados como heróis da pátria, guerreiros da liberdade, cavaleiros da esperança – título, inclusive, de uma biografia de Prestes escrita por Jorge Amado. 

No entanto, há alguns outros nomes que são convenientemente esquecidos, nomes que foram legados ao oblívio por, de alguma forma, ameaçarem toda a beleza meticulosamente construída do discurso da esquerda. São nomes de pessoas que provaram na própria pele – e, muitas vezes, às custas da própria vida – o amargo sabor do governo que se tentava, à força, instalar-se no País. Pessoas como o jornalista Edson Régis de Carvalho e o almirante Nelson Gomes Fernandes, vítimas do vergonhoso atentado promovido pelo grupo Ação Popular no Aeroporto Internacional de Guararapes, em Recife, no dia 25 de julho de 1966; o jovem soldado Mário Kozel Filho, cujo corpo foi destroçado por uma bomba durante o assalto ao Quartel-General do II Exército no dia 26 de junho de 1968, ação essa promovida pela Vanguarda Popular Revolucionária, chefiada por Carlos Lamarca; o lavrador fluminense Edmundo Janot, assassinado brutalmente a tiros, foiçadas e facadas no dia 11 de janeiro de 1969; o primeiro-tenente Alberto Mendes Júnior, que, num ato ímpar de coragem, ofereceu a si mesmo como refém de Lamarca para salvar seus companheiros de corporação, e que, de maneira ultrajante, foi executado a coronhadas de fuzil no dia 10 de maio de 1970. Estas, senhoras e senhores, são algumas das centenas de vítimas que a subversão imolou em suas ações criminosas, ações que, não podemos nos cansar de repetir, visavam à instauração de uma ditadura comunista no Brasil.

Eu já fui um estudante cuja mente estava dominada pela lógica macabra que enxerga num regime socialista um exemplo de verdadeira democracia. Boa parte da minha infância foi passada em reuniões do sindicato dos professores e do Partido dos Trabalhadores. Lembro-me de que, por volta dos dez anos de idade, minha mãe me deu uma cópia do Manifesto Comunista. Ela, professora, filiou-se ao PT após o racha do Partido Comunista Brasileiro, que deu origem ao Partido Popular Socialista. Leonardo Boff, Frei Betto, Paulo Freire, Lula, todos esses nomes eram sagrados em minha casa. Aprendi a verdadeiramente venerá-los. Nas campanhas eleitorais, vestia meu uniforme de militante-mirim – camisa com a foto do Lula, bandeira vermelha e boné do partido – para participar dos comícios, carreatas e afins. No ensino médio, com a ajuda sempre prestimosa e dedicada dos professores de ciências humanas, especialmente História e Geografia, comecei a minha militância política de fato. Lembro-me bem das vezes em que participei de protestos contra o governo “neoliberal” de FHC: fiz barricadas, agitei bandeiras, gritei palavras de ordem e enfrentei a polícia. Era, em suma, um espécime bastante jovem da manada de idiotas úteis que é manejada todos os dias pela esquerda. 

Quando comecei minha graduação em Direito, em 2002, fui convidado por um colega de classe a participar de uma reunião do grupo O Trabalho, uma tendência trotskista do PT. Pouco depois, filiei-me ao partido e ingressei nas profundezas do pensamento comunista. Marx era nosso Messias, tínhamos por apóstolos nomes como Lênin, Trotsky, Gramsci, Lukács, Althusser e toda a Escola de Frankfurt. O processo de lavagem cerebral pelo qual passei faria Pavlov ficar aterrorizado diante de tanta eficiência. Devido a minhas aptidões intelectuais e comunicativas, comecei a me transformar em um dos ideólogos do grupo: pesquisava a fundo a literatura socialista, contrapunha seus postulados com a realidade concreta e, invertendo completamente a ordem natural do pensamento humano, mutilava o mundo em que vivia para que se encaixasse com perfeição nas teorias que havia elegido como axiomas sagrados. Paradoxalmente, foi essa a minha salvação.
Por volta dos 19 anos, comecei a notar que havia alguma coisa muito errada em tudo aquilo. De alguma forma, algo não se encaixava, e uma sensação de desconforto instalou-se bem no fundo de minha alma. Ao contrário do que esperava, essa sensação começou a crescer, a se avolumar. Entrei no que se pode chamar de dissonância cognitiva. Todo aquele imenso e intrincado castelo ideológico começou a tremer e, após um estalo – que, confesso, até hoje não sei qual foi –, desabou todo em cima de mim. No entanto, consegui esgueirar-me para fora dos escombros. Afastei-me de toda e qualquer questão político-ideológica por um bom tempo. Precisava curar as feridas deixadas por aquele desabamento mental e digerir, de alguma forma, a sensação de orfandade intelectual que se seguiu a todoesse processo. 

Foi esse sentimento, esse sentir-se órfão, que me levou a procurar alternativas que condissessem com os valores que realmente me eram mais caros. Por incrível que possa parecer, ter ingressado na Universidade de Brasília me ajudou bastante nesse sentido. Ter um ponto de partida não foi difícil: bastava buscar conhecer aqueles autores que eram demonizados pela esquerda. Foi assim que soube da existência do filósofo Olavo de Carvalho, e, a partir dele, comecei a ingressar em outro mundo. Posso dizer, sem receio de parecer exagerado, que o professor Olavo representou minha salvação intelectual. Todo um universo de alta intelectualidade, tanto filosófica e quanto política, se abriu para mim a partir daí. Encontrei outras pessoas na universidade que conheciam esses mesmos autores, e, tendo contato constante com elas, pude orientar melhor meu pensamento e estudar a fundo todas as questões que me incomodavam. 

Todavia, tenho ciência de que sou representante de uma minguada exceção. Eu tive a audácia de questionar os cânones ideológicos que me empurravam goela abaixo, e não sei se posso afirmar que tive algum mérito nisso. Decerto, eu tive ganas de pesquisar, de ler, de saber, de descortinar todas aquelas verdades que foram deliberadamente mantidas bem longe de mim em meus anos escolares. Foi preciso um grande esforço e um considerável trabalho de garimpagem, pois a escumalha marxista, não contente em gozar de inconteste hegemonia no ambiente educacional brasileiro, trabalha incessantemente para manter a verdade sobre os fatos escondida sob toneladas de escombros de propaganda. São poucos, entretanto, os que pesquisam e buscam, por conta própria, conhecer essa época. Contentam-se com os enlatados de sabor doce e efeitos perniciosos que lhes oferecem todos os dias, e acabam tornando-se idiotas úteis devidamente adestrados. 

Na academia brasileira, onde há décadas o establishment socialista fez sua morada, a Verdade – com vê maiúsculo, essência do saber – de nada vale: o que vale unicamente são as verdades advindas da ortodoxia gramsciana, aquelas “verdades”, com muitas aspas, que não passam de instrumentalização ideológica de discursos carentes de rigor científico equaisquer valores humanos. Na Universidade de Brasília, faz parte do nosso cotidiano encontrar um sem-número de cartazes doutrinários espalhados pelos murais e pelas paredes dos prédios: enquanto uns exaltam o mau exemplo daqueles que deram suas vidas para mutilar própria pátria, outros exigem, peremptória e instantemente, punição para aqueles que, ao contrário, deram suas vidas por seu povo, por sua gente, pelas gerações que já se foram e por aquelas que ainda viriam. Quando alguém ousa contestar essa campanha torpe, eivada de mentiras e de um asqueroso ranço bolchevique, tenta-se calar sua voz a todo custo. 

Particularmente, já fui inúmeras vezes criticado, ameaçado e censurado, tanto por estudantes profissionais quanto por professores, por contestar essa unanimidade estupidificante que impera na universidade. Se eu ganhasse um real cada vez que me chamassem de “fascista”, “reacionário”, “autoritário” e que tais, certamente não estaria falando a vocês nesta noite, mas aproveitando umas boas férias em algum paraíso caribenho, ou talvez conhecendo a Europa. No mais das vezes, essas agressões não passaram de verborragia primitiva de seres incapazes de articular argumentos, mas ela quase chegou às vias da agressão física – e dentro da Universidade de Brasília, uma instituição de ensino cujo respeito à pluralidade seu magnífico reitor atesta, com docilidade dominicana, ante qualquer evidência de intolerância. No entanto, recuso-me a recuar diante de meus detratores. Eles não são apenas meus inimigos: eles são inimigos da Pátria, da Verdade e da Justiça. E é por amor a elas que eu me mantenho firme. 

Por falar em verdade, gostaria de rememorar dois fatos ocorridos durante o governo militar. No ano de 1968, Miguel Arraes – fundador do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e avô do atual governador de Pernambuco, Eduardo Campos – fundou o Movimento Popular de Libertação (MPL). O objetivo do MPL era criar uma única frente socialista no Brasil,unificando todas as organizações atuantes no País. De acordo com o Projeto Orvil, “o MPL estabeleceu ligações com o PCB, AP, ALN e com os padres dominicanos de São Paulo. Através das facilidades oferecidas para que as organizações subversivas enviassem seus militantes a Cuba, o movimento estabeleceu vínculos com várias delas, entre as quais o PCBR e o COLINA.” Diante do fortalecimento do combate à subversão, proporcionado pelo AI-5, o projeto de Arraes foi dificultado em grande medida. Residindo na Argélia desde 1965, Miguel Arraes, seguindo a cartilha leninista com devoção, começou a trabalhar na criação de uma frente de agitprop que, a um só tempo, manchasse a reputação do governo brasileiro no exterior (sobretudo através de denúncias de tortura e outras agressões aos direitos humanos) e arrebanhasse a simpatia e o apoio internacional para as organizações terroristas brasileiras. Assim sendo, “em outubro de 1969, tomou a iniciativa, juntamente com o ex-deputado Márcio Moreira Alves, o padre Almery Bezerra e Everardo Norões, de criar, em Paris, a Frente Brasileira de Informações (FBI)”, conforme relata o Projeto Orvil.
Prossegue o documento:
“A criação da FBI ocorrera sem grande publicidade. Havia a necessidade da realização de uma solenidade de impacto que ajudasse à promoção da entidade. No dia 15 de janeiro de 1970, ocorreu no grande Salão de Mutualité, em Paris, a Reunião de Solidariedade com o Povo Brasileiro, prestigiada por personalidades da esquerda mundial e transformada no marco do nascimento da FBI ou Front”.
Tendo ao fundo um grande mural com a fotografia do finado Carlos Marighela, George Casalis – professor da Faculdade de Teologia Protestante de Paris – presidiu a cerimônia, com a participação de uma mesa diretora composta pelo advogado Jean Jacques de Félice, Blanquart, Miguel Arraes, Jean Paul Sartre, Michel de Certau – padre jesuíta, redator da revista Notre Combat, professor do Centro Experimental Universitário de Vincennes –, Pierre Jalée – presidente do Comitê de Defesa da revista Tricontinental, e autor de diversas obras sobre a economia do Terceiro Mundo –, Jan Talpe – físico belga, ex-professor da USP, expulso do Brasil por envolvimento com a ALN –, Luigi Maccario – secretário-geral da Federação Italiana de Metalúrgicos – e M. Ghisenti. Essas presenças, por si só, davam aos espíritos menos desatentos, a nítida orientação ideológica da solenidade.
[...] 

Os organizadores do encontro propuseram, ao final da reunião, uma Campanha Contra a Repressão Política na América Latina – típica das organizações de frente comunistas –, visando a: apoiar as forças de libertação que lutam no Brasil e em toda a América Latina; fazer com que todos os franceses tomem conhecimento e comunguem com os interesses dos povos latino-americanos; e informar, suscitar reuniões públicas e estudar de maneira profunda as relações da Europa e da América Latina, descobrindo meios de ação e de pressão. A programação da campanha foi articulada em Paris, tendo como principais articuladores Miguel Arraes, Almino Afonso, Jean Paul Sartre e Waldech Rochet, secretário-geral do Partido Comunista Francês”.
Quando se trata do combate imposto aos subversivos durante o governo militar, o mais comum é que se refira a eles como um punhado de jovens idealistas, sonhadores e de bom coração, cujo único interesse era fazer do Brasil um lugar melhor. Também se refere a eles como amadores, que não contavam com nenhum recurso além de sua boa vontade e sua paixão pela liberdade. Nada poderia ser mais falso. Tratava-se, efetivamente, de uma rede internacional muito bem organizada, financiada por governos socialistas e treinada pelas mais eficientes e temíveis polícias secretas comunistas. 

O segundo fato que quero relembrar ocorreu durante o governo do general Médici: a sucessão de tentativas mal sucedidas de seqüestro de Curtis Cutter, cônsul norte-americano em Porto Alegre, em 1970. Após uma coleção de erros de operação – na terceira e última tentativa infrutífera de seqüestro, o cônsul saiu ferido com um tiro na omoplata –, a atenção das autoridades foi atraída para o grupo de terroristas da VPR que planejaram a ação. Por ocasião de sua prisão, apreendeu-se, dentre outras coisas, uma minuta de comunicado da VPR que seria divulgada à imprensa. Assim dizia o comunicado: 
“O cônsul norte-americano em Porto Alegre, Curtis Cutter, foi seqüestrado às tais horas do dia tal de março pelo Comando “Carlos Marighella” da Vanguarda Popular Revolucionária. Esse indivíduo, ao ser interrogado, confessou suas ligações com a CIA, Agência Central de Inteligência, órgão de espionagem internacional dos Estados Unidos e revelou vários dados sobre a atuação da CIA no território nacional e sobre as relações dessa agência com os órgãos de repressão da ditadura militar. Ficamos sabendo, entre outras coisas, que a CIA trabalha em estreita ligação com o CENIMAR, fornecendo inclusive orientação a esse último órgão, sobre os métodos de tortura mais eficazes a serem aplicados nos prisioneiros. A CIA e o CENIMAR sofrem a concorrência do SNI, sendo que essa rivalidade é tão acentuada que em certa data um agente da CIA foi assassinado na Guanabara por elementos do SNI. Esse informe foi cuidadosamente abafado pela ditadura, mas o depoimento do Agente Cutter, nosso atual prisioneiro, permitiu que o trouxéssemos a público”.
Como é possível que, em jamais tendo conseguido abduzir o cônsul, os subversivos soubessem dessas informações tão “sensíveis” sobre o funcionamento interno do aparato de segurança do Estado? Essa é uma evidência incontestável do recorrente uso da mentira como método de ação sistemático por parte dos subversivos brasileiros, que, tanto dentro quanto fora do País, espalhavam suas invencionices visando ao constrangimento público do governo brasileiro e a angariar apoio para o movimento revolucionário marxista. Mesmo diante dessa evidência, mentiras como essas não são apenas tidas como fatos verídicos e ensinadas nos meios educacionais, mas servem de base hoje para a instauração de verdadeiros tribunais de exceção, como a infame Comissão da Verdade, e para processos judiciais que ferem todos os ditames da justiça.

O estado de guerra cultural em que vivemos é cruento. A cada instante, nos mais variados momentos, vemos o esforço meticuloso, deliberado, com que a esquerda se utiliza da universidade para promover a sua engenharia social. A partir do momento em que a Verdade foi reduzida a uma questão de ponto de vista, à escolha e à defesa de discursos (como preconizou, sobretudo, o venerado Michel Foucault), tudo se tornou permitido – exceto, claro, qualquer coisa que lembrasse vagamente tradição, ordem e todo esse “arcaísmo conservador”. Assumir uma clara postura em defesa da vida – por exemplo, ao atacar os esforços que testemunhamos para legalizar o aborto e as drogas – pode resultar em ostracismo e perseguição sistemática. Para a maioria dos estudantes universitários que se defrontam com um ambiente tão hostil, a atitude normal é calar-se e, aos trancos e barrancos, levar a termo a graduação o mais rápido possível. Isso não acontece sempre de maneira tranqüila: muitos acabam sendo cooptados pelas ideologias da moda e, como eu, transformam-se em idiotas úteis, verdadeiras buchas-de-canhão. 

Os esforços envidados pelos derrotados de outrora para reescrever a nossa história e praticar, sem amarras, seu abjeto revanchismo, estão multiplicando-se num ritmo alarmante. Mais uma vez, recorro a Orwell: “Quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente, controla o passado.” É por isso, senhoras e senhores, que o nosso encontro neste 31 de março é tão importante. Ele é importante no sentido de que nos lembremos sempre de que aqueles que controlam o presente estão mutilando o nosso passado, e que é através da deturpação da memória nacional que moldarão um futuro funesto para as gerações vindouras. Ele é importante para lembrarmos os valores que nos são caros, valores sobre os quais nossa sociedade e nossa civilização foram erguidas: honra, integridade, coragem, honestidade, decência e lealdade. 

O que devemos fazer para reverter essa situação? O general Leônidas Pires Gonçalves, em suas entrevistas, sempre nos lembra que “o soldado é o cidadão uniformizado para o exercício cívico da violência”. Repito: estamos em guerra, e, nessa guerra, todos somos soldados. No entanto, devemos ser soldados da Verdade. Façamos da coragem, da honestidade e da isenção as nossas armas. Não há receita pronta para vencermos os novos combates que ora travamos. Imprescindível é que não esmoreçamos, que mantenhamos a guarda erguida, que lutemos incansavelmente em nome de todos os valiosos alicerces da nossa nação, alicerces por cuja defesa tantos homens deram suas vidas. A violência que devemos exercer é a violência dos fatos contra os delírios; esmagar a serpente do logro, da injúria e da deturpação com as solas de nossas botas. Nossas trincheiras não devem ser as trincheiras convencionais, mas aquelas em que o inimigo age: as escolas, as universidades, os meios de comunicação, o mercado editorial... Hoje, urge que olhemos para o passado, nós, que estamos sob a guarida da Verdade, e arranquemos dele as forças para enfrentar nossos inimigos no presente. Só assim será possível garantir um futuro menos tenebroso para nossos filhos, netos e bisnetos.
Muito obrigado

domingo, 15 de abril de 2012

PACIÊNCIA DE KUNG FU


PACIÊNCIA DE KUNG FU

A melhor palavra que achei no dicionário para definir paciência foi PERSEVERANÇA. Significa insistir ou, como dizia Churchill durante a Segunda Guerra, não desistir jamais, continuar. Definitivamente, a paciência não é mais uma virtude de nossos tempos. A rapidez da Internet, o twitter frenético, as fotos no Facebook mudando rapidamente, a quantidade enorme de e-mails que recebemos diariamente, o IPad, os torpedos, o Messenger, nada disto contribui para estimular nossa paciência. Paradoxalmente, entretanto, ela nunca foi tão necessária!

Paciência para estudar, para manter um cliente, para aprender, para ensinar, para detalhar um plano de ação, para utilizar um método, para resistir à frustração de um fracasso profissional, para resolver um problema, para tocar um projeto, para fazer longas reuniões com a equipe, para ler os detalhes de um relatório de auditoria ou da ouvidoria, para treinar atitudes em um funcionário, paciência! 

O contrário da paciência é a desistência. Você fica impaciente com a demora e simplesmente desiste. “Joga tudo para o alto”, “chuta o pau da barraca”, “joga a toalha”. Dizem que o sucesso fica um pouco mais adiante do ponto onde a maioria desiste!

O sofrimento é temporário e a desistência é permanente.

O que tempera o caráter de uma pessoa é a dor e o sofrimento. Quando a dor entra, a fraqueza sai do corpo. Estudar conhecendo a angústia de não saber, praticar exercícios físicos sentindo o corpo pedir a cama quente, tomar um ônibus na madrugada fria ao invés de dormir, trabalhar duro em vez de vadiar, dormir pouco, descansar menos ainda, preocupar-se, ir para a aula à noite após um dia de trabalho, enfrentar o mundo desconhecido de um projeto, saber que pode não dar certo, arriscar todo o prestígio em uma empreitada, olhar para a filha dormindo e saber que ela depende de você, tudo isto dói, mas forja a grandeza dos vencedores.

Paciência não significa lentidão, resignação, acomodação. Ao contrário, é a virtude de começar tudo novamente após uma grande derrota, é não entregar-se jamais. É uma árvore com raízes muito amargas, mas com frutos muito doces... 

Como os praticantes do Kung Fu sabem, talvez a primeira tarefa para quem deseja ser um grande lutador seja apenas lustrar um móvel, passando o pano para cima e para baixo, para baixo e para cima, durante horas, dias a fio. 

Alguém me disse um dia destes: “sou formada em Administração, tenho vinte e sete e anos e tudo o que consegui foi um emprego temporário de demonstradora de um produto nos supermercados. Este emprego não está à minha altura”. Esta frase é autoincriminatória por natureza. Provavelmente, esta pessoa sempre será um fracasso, se insistir em não começar por baixo. Fazer o melhor, em qualquer situação, só ajuda. 

Nada que é bom fica sem dono. Eu disse para ela: “Se você for a melhor, a mais técnica, a mais simpática demonstradora, alguém notará você e o progresso será inevitável, mas você deve ter paciência, alegrar-se com a oportunidade que está tendo e esquecer a arrogância”. 

Um bom ensinamento para nossos filhos e para nossos profissionais: a paciência!

Veja o que a Bíblia ensina: Romanos 5: 3 e 4 diz assim: “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança”.

Paulo Ricardo Mubarack

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Caetano Veloso - É proibido proibir

Fonte: Bruno Toscano Franco

Um belo texto e uma aula para quem acredita mesmo que os militares do Brasil foram ruins para o nosso povo, ao evitarem que os escroques comunistas que estão no poder hj do nosso país, chegassem ao poder para instalarem o comunismo em nosso país, ao bravos heróis e honrados homens do EXÉRCITO BRASILEIRO, o meu mais profundo reconhecimento e admiração... Por favor, não deixem de ler este belo texto...

Ditadura militar?
PAULO MARTINS
GAZETA DO PARANA

Está aí uma ditadura pior do que aquela que hoje insistem em apelidar de 'ditadura militar'. Como nos dias de hoje, naquele período fui também um crítico. Não lembro de ter sido perseguido, como insistem em afirmar que era o hábito da época aqueles que, por falta de argumento para uma retórica razoável, apelam sem disfarces para o desvirtuado e corrosivo 'ouvi dizer'.

Que ditadura era aquela que me permitia votar ? Que nunca me proibiu de tomar uma cervejinha num desses bares da vida após as vinte e três horas ? Ou num restaurante de beira de estrada ?

Que ditadura era aquela que nunca usou cartão corporativo para as primeiras damas colocarem até botox no rosto ou para outros roubarem bilhões de reais do povo brasileiro ? Vi, sim, perseguições, porém contra elementos de alta periculosidade à época, como o eram os Zés Dirceus, Zé Genoino, Dilma Roussef - a Estela - Marco Aurélio Garcia, Diógenes, o assassino do Capitão Schandler, como os que colocaram bombas em lugares públicos, como aquela no aeroporto de Guararapes, cujo resultado foi a morte de gente inocente, ações de subversivos que desejavam implantar no Brasil um regime comunista, e para tal seguiam planos de formar nas selvas o que hoje, na Colômbia, chamam de FARCs.

Que ditadura era aquela que permitia que a oposição combatesse o governo, como ocorria com deputados como Ulisses Guimarães, apenas para se citar um nome?

Que ditadura era aquela que jamais sequer pensou em proibir a população de usar armas para se defender, como hoje criminosamente pretendem ?

Que ditadura era aquela que em nome da democracia, jamais admitiu invasão de propriedades e jamais sustentou com cestas básicas em acampamentos e jamais impediu a policia de agir, como a ditadura de hoje ?

Que ditadura engraçada aquela que chegou a criar até partido de oposição! Curiosa essa democracia de agora, em comparação ao que chamam de 'ditadura militar', 'democracia que permite que ladrões do dinheiro público continuem ocupando cadeiras no parlamento e cargos no governo e tolera até mesmo um presidente alegar que 'não sabia', para fugir de sua responsabilidade para com a causa pública. Que ditadura militar era aquela que jamais deu dinheiro de mão beijada para governantes comunistas, amigos de presidnte, como ocorre com a ditadura de hoje e, contra a qual não nos permitem sequer contestação ?

Que ditadura era aquela que jamais proibiu a revelação das fuças de bandidos em foto e TV como ocorre na 'democracia' de hoje, numa gritante e vergonhosa proteção do meliante, agressor da sociedade ? Escuta telefônica, eis mais uma ação da 'democracia' de hoje e proibida à época 'daquela ditadura militar'.


domingo, 25 de março de 2012

Filhos de Militares

"Filhos de militares


Todo mundo sabe que os filhos de militares têm uma capacidade quase camaleônica de se misturar ao novo meio, somos geneticamente mimados para gostar de tudo a nosso volta, seja frio, calor, elegância, pobreza, água, seca ou qualquer outra condição física, psicológica, geográfica, climática, financeira, etc...

Para quem está de fora, criticar tudo isso é muito bom, ‘’Os pobres coitados dos filhos de militares não tem amigos e nem laços afetivos com lugar nenhum! ‘’ Os fofoqueiros que me desculpem, mas meus laços afetivos são com o Brasil e meus amigos estão espalhados pelo mundo.

Quantas pessoas podem dizer que tem vivencia nacional? Aprender sobre a Amazônia no meio da selva, ouvir os dois lados da história e escolher em qual acreditar, ter orgulho de ver seu pai tentar resolver os problemas de outros países. Quantas pessoas podem dizer que seu herói está dentro de casa? E não adianta um civil tentar se comparar com os nossos capitães, sargentos, coronéis, tenentes... Eles nunca vão entender que você se muda sim, mas que dentro da sua casa, onde realmente importa, nada muda.

Os filhos de militares aprendem a amar a distancia, a entender o lado bom de tudo, a montar e desmontar uma casa em dois dias, a acolher até quem morou a vida toda na mesma casa, a conservar bons amigos com o carinho, mesmo sem a presença.

A cidade que você mora pode não ser a melhor de todas, pode até ser a pior, mas dentro de casa, lá sim, está o melhor lugar do mundo e os filhos de militares sabem fazer o melhor lugar do mundo em qualquer lugar, não importa aonde você chegue, dentro da casa de um militar sempre haverá um refugio de carinho e amizade criado pelos nossos laços com o Brasil e pelos nossos amigos espalhados pelo mundo.

Os militares sabem que suas escolhas afetam a vida de suas famílias e sofrem ao ver seus filhos deixando os amigos, namorados e suas casas para trás, mas compensam suas famílias com uma chuva de amor e cultura. Se engana quem acredita que somos ‘’pobres filhos de militares’’, somos orgulhosos, gratos, felizes, ricos, privilegiados e acima de tudo amados filhos de militares, as casas podem mudar, mas nossos lares são construídos em torno de uma família não de um lugar.

O estilo de vida que meu pai me proporcionou fez de mim quem eu sou hoje, uma aspirante a jornalista com uma bagagem cultural gigante, que pode encher a boca e dizer que viveu e não leu toda essa cultura.
Obrigada Pai por escolher ser militar.

Bárbara Miranda."

domingo, 18 de março de 2012

A HISTÓRIA DE "UM SUBOFICIAL DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA”

Olá Homero, veja esta história. Só lamentos, tristeza, sensação de desamparo. Estamos "bem" com essa gente no governo...

A HISTÓRIA DE "UM SUBOFICIAL DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA”

Li seu e-mail que comenta do seu salário equiparado ao salário de um auditor Fiscal. Primeiramente me deixe dizer quem sou.

Sou sub-oficial da aeronáutica, me formei em 1977 e estou a três anos na reserva. Após a formatura fui para o Parque de São Paulo onde fiquei até 1988. Em são Paulo fiz muitos cursos e voei Búfalo, SA-16, P-16, Bandeirante. Logo veio minha transferência para o CTA e fui para o ensaio em Vôo. No ensaio (AEV) hoje GEE; fiz uns 25 cursos e voei prova em C-97; AT-27; AT-29; XC-95B; VU-93; AMX (A-1B); XAT-26 e mais um monte de aeronaves experimentais.

Logicamente nem preciso dizer que sou apaixonado por aviação e assim sendo; fiz o curso de piloto privado de aviões e logo fiz o de Piloto Comercial. Logo em seguida terminei a faculdade de Economia e outra de administração.

Ilmo. Cel. Francisco viu que gosto de estudar. Logo veio um convite da EEAR para vir servir nesta gloriosa Escola, que tenho um carinho enorme. Chegando aqui, logo fui a Sub-oficial e com minhas qualificações acadêmicas e sendo piloto Privado; fui designado para ser Chefe do curso de Mecânica de aeronaves. Isso mesmo, Chefe em substituição ao Ten. Cel. Esp. Av. Angélio que foi para reserva.

Existe aqui um aeroclube que fica dentro da área da Pista da EEAR. Também assumi juntamente com a chefia do Curso BMA a Presidência do aeroclube dando aulas teóricas e práticas com instrutor de Vôo a vela. Formei sozinho uns 40 pilotos civis. Resolvi então fazer engenharia e logo ao terminar fiz mestrado em Conservação e geração de energia da UNESP. Faltando uns anos para minha reserva e acumulando esses cargos fui convidado para dar aulas de economia e administração na faculdade de Administração, ciência Econômicas e Contábeis de Guaratinguetá.

Como professor universitário eu passei a coordenador de ensino superior. Isso foi em 2000. Em 2003 veio minha transferência por indicação do Cmte da EEAR Brig. Sheer para eu ir para a MTAB no Paraguai. Não aceitei e isso deixou o Brig.Sheer e o Ten. Brig. Pinto muito aborrecidos. Sinto por isso até hoje.

Então continuei minha vida como professor e a ganhar uns trocados a mais que logo passou a ser o mesmo salário que eu recebia na FAB. Logo os sócios desta faculdade começaram a se desentender e pedi para me afastar. Veio minha reserva em 2007. Passei alguns apuros porque fiquei dois meses só com o salarinho da FAB. Uma filha terminando direito e uma pequena (do segundo casamento) com três anos gastando muito.

Prestei um concurso para o SENAC São Paulo para o Cargo de Técnico de Desenvolvimento Profissional e professor universitário (é o mesmo que Gerente). Fiquei assustado porque isso ocorreu em final de 2009 e nesta época eu já estava com 49 anos, concorrendo com 44 candidatos com boa formação e com idades em média de 32 anos. Pensava comigo não vão me dar essa vaga. Para minha surpresa eu venci, agradecendo ao grande arquiteto do universo por essa vitória. Hoje estou no SENAC São Paulo ganhando Três vezes o que ganho como Sub-oficial da FAB.

O Senhor deve estar perguntando, porque esse sub me contou quase toda sua vida? Vou responder. Para ver quanto foi dura minha caminhada. Ser Militar não é brincadeira, é para homens fortes com dignidade para honrar seu nome, o nome da sua família e desta Pátria querida. Amo meu país, ainda presto continência a minha bandeira e mantenho minha farda limpa e passada.

Sabe quando descobri que ficaríamos assim com esse salário medíocre. Quando nossos comandantes aceitaram a condição de comando e não de ministro.

Com a ascensão deste governo, está quase declarado o revanchismo contra nós.

Os Militares serão massacrados e suas famílias também.

Graças ao bom DEUS tenho outra fonte de renda que me sustenta e dá conforto a minha família.

Existem sargentos passando grandes necessidades aqui na região, afundados em empréstimos de bancos e POUPEX. 

Sinto vergonha quando olho meu pagamento da FAB com 32 anos de serviço e umas 2.500h de Vôo comparado ao que ganho no SENAC com apenas dois anos.

O que os Militares das FAs então percebendo hoje são um insulto.

Só louco acredita que esse governo vai nos dar qualquer tipo de reajuste.

Não cabe dar poder aos Militares. Enfraquecer sem fazer alarde é o melhor caminho.

Estamos tão desmoralizados que não conseguirmos mais reagir.

Aquele Militar que vive hoje só do soldo está numa situação muito difícil e tendendo a piorar.

Nós sabemos o que fazer, mas não há mais coragem para fazê-lo.

Assim estamos como um avião, sem leme, sem aileron e sem profundor. Totalmente a sabor dos ventos e caindo.

Tomara que haja ao menos um assento ejetável.

Como foi triste ter a certeza que eu teria que estudar muito para estar onde estou.

Nunca me arrependo da minha vida na caserna, porque amo minha nação e a Força Aérea Brasileira.

Mas também sei que se não tivesse percebido isso logo, hoje talvez tivesse passando grande dificuldade.

Logicamente, espero dias melhores e ver nossas Forças Armadas voltarem a olhar a frente sem medo e com tanta incerteza.

Que Deus nos proteja.

Saúde, paz e vida longa Senhor

So R/R Walter Benedito de Carvalho Bueno

sexta-feira, 16 de março de 2012

Chamem os milicos

Blogs e Colunistas

16/03/2012
 às 6:59

Nem no Regime Militar os “milicos” estiveram tão presentes no dia a dia dos brasileiros

Nem durante o regime militar estes que muitos gostam de chamar “milicos” estiveram tão presentes no dia a dia da população. Recebi de um amigo um texto interessante — não estou certo se é um desses que circulam na Internet sem autoria. O fato é que está cheio de verdades. Como há um trecho na primeira pessoa do plural, deve ter sido redigido por um militar. Leiam! Volto em seguida.
A PF não quer ir pra fronteira porque a diária é pouca? Chamem os milicos.
A PM não quer subir o morro porque é perigoso? Chamem os milicos.
A PM faz greve porque o salário é baixo? Chamem os milicos.
A Anvisa não quer inspecionar gado no campo? Chamem os milicos.
O Ibama não dá conta de fiscalizar os desmatamentos? Chamem os milicos.
Os corruptos ganham milhões e não constroem as estradas? Chamem os milicos.
As chuvas destroem cidades? Chamem os milicos.
Caiu avião no mar ou na selva? Chamem os milicos.
Em caso de calamidades públicas, a Defesa Civil não resolve? Chamem os milicos.
Desabrigados? Chamem os milicos.
A dengue ataca? Chamem os milicos.
O Carnaval, o Ano Novo ou qualquer festa tem pouca segurança? Chamem os milicos.
Certeza de eleições livres? Chamem os milicos.
Presidentes, primeiros-ministros e visitantes importantes de outros países? Chamem os milicos.
Adicional noturno? Não temos!
Periculosidade? Não temos!
Escalas de 24 por 72 horas? Não temos!
Hora extra, PIS, PASEP? Não temos!
Residência fixa? Não temos!
Certeza de descanso no fim de semana? Não temos!
Salário adequado? Não temos!
Acatar todas as ordens para fazer tudo isso e muito mais, ficando longe de nossas famílias, chama-se respeito à hierarquia.
Aceitar tudo isso porque amamos o que fazemos chama-se disciplina.
Quer conhecer alguém que ama o Brasil acima de tudo? Chame um milico!

Voltei


É isso aí! Está em curso, apelando a flagrantes ilegalidades, uma campanha que resulta em óbvia tentativa de desmoralizar as Forças Armadas. Em nome da disciplina, os militares da ativa estão proibidos de se manifestar. Os da reserva, que podem falar (porque amparados em lei), encontram-se sob o assédio de um surto de autoritarismo. De fato, as Forças Armadas estão presentes em todos aqueles eventos, alguns nascidos da mais escancarada incúria de governos civis.
Alguns bobalhões, ao fazer a defesa da revanche, ignorando leis e decisão do Supremo, tentam inculcar nos militares da ativa certa aversão aos da reserva — “afinal, os que estão aí hoje não participaram de 64″, argumentam… É preciso desconhecer o básico da história dos militares do Brasil e do mundo para tornar público argumento tão cretino. Ai do país que tivesse Forças Armadas sem o sentido da lealdade!
Tenho uma idéia melhor: CUMPRIR AS LEIS!
Por Reinaldo Azevedo

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Apague todo o seu histórico do Google antes da nova política de privacidade entrar em vigor

Apague todo o seu histórico do Google antes da nova política de privacidade entrar em vigor

Novas regras do site de buscas começam a valer em 1 de março. Saiba como remover seus dados de pesquisa recente do Google
24 de Fevereiro de 2012 | 18:20h
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Google (Reprodução)
Google
A nova - e muito criticada - política de privacidade doGoogle entra em vigor em 1 de março. E muitos estão preocupados com o monitoramento da gigante das buscas sobre nossas atividades na web.
 
Para quem não sabe, todo o seu histórico nos sites doGoogle serão misturados e compartilhados entre todos os produtos que você usa da empresa, como YouTube e Google+. Isso significa que uma busca pelo nosso nome poderá revelar muito mais sobre nós: o que gostamos ou não, informações de saúde, religião, tendências, preferências sexuais, idade, entre outras (saiba mais aqui).
 
Mas, para quem não deseja ter sua privacidade, em tese, invadida, criamos um rápido tutorial de como você pode remover seu histórico da web e impedir que outros dados sejam armazenados pelo Google no futuro. Acompanhe abaixo.
 
Primeiro, acesse o site https://www.google.com/history e digite seu login e senha. Então, você provavelmente visualizará as novas políticas de privacidade da empresa. Já na página seguinte, se o seu histórico da internet estiver habilitado, você verá uma lista de pesquisa com os links mais recentes e outros sites visitados.

Reprodução

No topo da página, clique no botão "Remover todo o Histórico da web", e pronto. Todos os seus dados de pesquisa até então guardados pelo Googleserão removidos. Caso queira armazenar essas informações novamente, basta seguir o mesmo caminho e clicar no botão azul "Retornar", também no topo da página.
 
Vale lembrar que, se você possui mais de uma conta no Google, terá de repetir o processo para cada uma delas.