Mostrando postagens com marcador venezuela. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador venezuela. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tragéfia anunciada - Carteira de Identidade com Chip Rastreador

Exclusivo! Carteira de Identidade dos cidadãos venezuelanos possui CHIP que permite identificá-los à distância. Base de dados está instalada em Cuba!

Todas as informações dos cidadão venezuelanos estão contidas em um chip incrustrado no cartão eletrônico de identidade que tem acesso remoto pela polícia política do ditador Hugo Chávez. O sistema será defintivamente implantado caso o caudilho consiga se reeleger em 2012.Clique sobre a imagem para vê-la ampliada.
Reunida na cidade chineza de Shezhén para a demonstração, a delegação cubana captou de imediato como a nova tecnologia podia ser empregada para exercer um maior controle sobre a população - e esmagar qualquer surto contra-revolucionário - na Venezuela.

O agente de segurança chinês caminhava casualmente pela rua, levando em uma mão o que parecia ser m telefone inteligente, enquanto os transeuntes passeavam ao redor sem suspeitar que estavam sendo vigiados, contou ao jornal El Nuevo Herald o engenheiro venezuelano Anthony Daquim, que esteve presente durante a demonstração. Daquin é um ex-assessor do Ministério de Interior e Justiça da Venezuela.

Depois de um breve trecho, o agente se aproximou dos convidados. No pequeno aparelho havia registrado a informação pessoal de dezenas de pessoas que haviam passado a seu lado. Todos os dados vinculados com seus cartões de identidade haviam sido transmitidos subrepticiamente por um diminuto chip RFID incrustado dentor do próprio documento de plástico.

Os cubanos, a maioria vinculados com os serviços de segurança de Cuba, se olhavam sem poder ocultar seu assombro ante o ato de magia tecnológica que permitia detectar a localicação exata de um indivíduo sem que este soubesse.

Um dos representantes da equipe se aproximou de Daquin, e muito entusiasmado, afirmou: "Isto é o que necessitamos, é o que estávamos esperando, Anthony. Isto é o que vamos implementar na Venezuela".

E é, de fato, o que o governo venezuelano tem previsto introduzir no país em caso de que o caudilho Hugo Chávez ganhe as eleições de 2012, com parte de um elaborado sistema desenhado para aumentar o controle do Estado sobre os cidadãos.

É um sistema, segundo Daquin, desenhado e operado por Cuba, que já tem sob seu controle o sistema de emissão de cédulas de identidade e passaportes, assim como toda informação privada e sensível de todos os venezuelanos, incluindo as propriedades que possuem, quanto ganham, onde vivem e, talvez mais importante, se apoiam ou se apõem à revolução socialista de Chávez.

É um instrumento de controle cujo desenvolvimento e administração tem significado um lucrativo negócio para o regime de Havana, que tem começado a oferecer esses serviços à Bolívia, Equador e Nicarágua, disse o engenheiro.
"A informação é poder [...] e a informação íntima dos venezuelanos tem sido manipulada de forma objetiva, de forma centralizada desde Cuba, de uma maneira que permite ao presidente Chávez manter-se no poder", acrescentou.

O engenheiro disse que presenciou alguns desses primeiros passos, representando uma empresa que assessora o governo em matéria de tecnologia, e participou ativamente na modernização dos sitema de cédulas de identidade até entender os alcances do que se pretendia fazer, discutindo com a comissão cubana.

"[Disse-lhes que] se vocês implementam esse documento [a cédula de identidade eletrônica] na Venezuela, eu vou me sentir como na época do [el ditador Marco] Pérez Jiménez, quando a gente temia a Segurança Nacional [polícia secreta] e ninguém tinha a oportunidade de se expressar publicamente", comentou Daquin sobre o enfrentamento a partir do qual caiu em desgraça com o governo venezuelano e posteriormente converteu-se no alvo de um atentado.

[Com o documento], agora tenho uma Segurança Nacional, mas eletrônica, explicou Daquin, que atualmente solicita asilo político nos Estados Unidos.

Isto quer dizer que os serviços de inteligência cubanos podem em questão de segundos determinar não somente as características pessoais de qualquer indivíduo, sua idade, sua última residência fiscal, e quando ganha, mas também as propriedades que possui.

O governo venezuela, por sua vez, nega que o regime de Havana controle o sistema de identificaçào venezuelano.

"[A base de dados para a emissão de cédulas] é administrada de maneira soberana e independente por venezuelanos", afirmou recentemente o Ministro do Poder Popular para Relações Interiores e Justiça, Tareck El Aissami. "É falso o que diz o oposicionismo [de que está mãos cubanas]". O engenheiro Anthony Daquin, não obstante assegurou que o ministro mente.
"A venezuela entregou tudo isso a Cuba como parte de sua estratégia para controlar o cidadão", reiterou Daquin. "O objetivo é: 'temos que controlar a população venezuelana, os cidadãos e as cidadãs para implementar nosso modelo', modelo completamente socialista".

sábado, 1 de outubro de 2011

Estados Unidos tentaram impedir a entrega de mísseis antiaéreos russos à Venezuela


Os Estados Unidos tentaram impedir a entrega de mísseis antiaéreos russos à Venezuela em 2009, devido a preocupações de que Caracas poderia repassá-los às guerrilhas marxistas na Colômbia ou a traficantes de drogas mexicanos, afirma neste domingo o “The Washington Post”, citando documentos diplomáticos americanos vazados pelo site WikiLeaks.

A Venezuela –onde o presidente Hugo Chávez lidera um governo com forte sentimento contra os EUA– recebeu pelo menos 1.800 de mísseis SA-24 da Rússia, disse o jornal, citando dados da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre controle de armas.
As comunicações secretas norte-americanas diziam que o país estava preocupado com a aquisição de armamento russo por Caracas, incluindo helicópteros, caças Sukhoi e 100 mil fuzis Kalashnikov, segundo o jornal.

O veículo citou uma informação do Departamento de Estado dos EUA de 10 de agosto de 2009 direcionada à Europa e à América do Sul dizendo que as vendas de armas russas à Venezuela somaram ‘mais de 5 bilhões de dólares no ano passado e que elas estão crescendo’.
A preocupação com os planos espanhóis para vender aviões e barcos de patrulha para a Venezuela também foi citada na mensagem.

A Rússia reportou ao Registro de Armas Convencionais da ONU no início deste ano que as compras totalizaram 1.800 mísseis, disse o “The Washington Post”. O general da Força Aérea dos EUA Douglas Fraser disse publicamente neste ano que a Venezuela poderia comprar até 2.400 mísseis, segundo o jornal.
O especialista em mísseis Matt Schroeder, da federação de cientistas norte-americanos, em Washington, afirmou ao jornal que os mísseis russos estão entre os mais sofisticados do mundo e que podem derrubar aviões a quase 6.000 metros.

“É a maior transferência registrada no banco de dados de armas da ONU em cinco anos, pelo menos”, afirmou Schroeder, segundo o jornal.

Fonte: http://planobrasil.com/normas-do-pb/